segunda-feira, 24 de novembro de 2014

DAR VOZ A ONDJAKI

Na continuação da atividade “Dar Voz A Um Escritor” teve lugar no passado dia 21 de novembro de 2014 na biblioteca da Escola Professor Abel Salazar. Nesta ação foi dada voz ao escritor angolano Ondjaki. O debate foi animado com os alunos do 7º-A e do 7º-B tendo como moderador o professor José António Paiva sendo assistido pelas professoras Alcina Sousa, a coordenadora da biblioteca escolar, Helena Silva, professora de português de ambas as turmas.

O professor José António Paiva faz uma apresentação do autor às turmas.
Leitura de um conto de Ondjaki por uma aluna moderado pelo professor José António Paiva.
Leitura de um conto de Ondjaki por duas alunas moderado pelo professor José António Paiva.
Exposição das opiniões sobre os contos de Ondjaki pelos alunos moderado pelo professor José António Paiva.
O professor José António Paiva expõe aos alunos a sua opinião sobre os contos de Ondjaki.
Aspeto geral da assistência com o professor José António Paiva.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

LIXO


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

UMA DECISÃO RADICAL - CONTO COMPLETO

            O Octávio era um pastor muito cioso do seu rebanho e um obcecado pela ordem e padronização. Tudo na sua vida era regido por regras e padrões que ele cumpria religiosamente. Levantava-se sempre todos os dias à mesma hora, fosse dia da semana, fosse sábado ou domingo, fosse de verão ou de inverno e depois de tomar o pequeno-almoço dirigia-se ao curral para retirar as suas cabras e ovelhas e levá-las a pastar. Fazia-o sempre no verão, às cinco da manhã, pois a essa hora o sol ainda não tinha nascido e ele considerava ser a melhor hora para fazê-lo, evitando assim o muito calor que teria de suportar. Quando eram seis da tarde recolhia o seu rebanho ao curral indo depois para casa tratar do jantar que a sua Maria lhe tinha preparado com muito esmero. Conversavam um pouco em cavaqueiras de circunstância e ouviam um pouco de rádio, já que não tinham televisão para se entreter, nem filhos com que se preocupar e deitavam-se cedo por volta das oito horas da noite, já que, no dia seguinte, teria de se levantar novamente cedo, para tratar do seu rebanho. Ele fazia apenas de pastor e a sua Maria é que o ajudava nas contas pois, quanto a ter de governar a casa, ela era melhor que ele e era ela que tratava de comprar ou vender e gerir o seu pequeno património. Era esta a rotina diária do Octávio e no inverno as horas variavam um pouco, já que os dias eram mais pequenos e o tempo mais rigoroso, mas o hábito pouco ou nada se alterava.
            Naquele dia, porém, estava ele numa morrinha a atirar pedras ao longe para que o seu Fiel, o seu muito diligente cão pastor, as fosse buscar, quando lhe apareceu o carteiro, o senhor Carlos, que vinha na sua motorizada à sua procura. Ó senhor Octávio como está? A sua Maria bem disse que eu o encontrava por aqui! Ah, senhor Carlos, a que devo a sua visita? Alguma novidade me traz por aí? Será alguma carta das finanças para pagar alguma contribuição de que me tenha esquecido? Não, não é nada disso. É apenas um telegrama que lhe vem dirigido. Como o senhor não tem, nem telefone, nem telemóvel, esta é a única forma de o contactar. Ó senhor Carlos não se importa de me ler o que diz esse de telegrama se faz favor? Pois bem, parece-me que não são boas notícias já que, diz aqui que faleceu o seu tio Luís Prazeres e pedem-lhe para se dirigir à Santa Casa da Misericórdia, para tratar de um assunto do seu interesse. Estou mesmo a ver o que essa gente quer. É que lhe trate do funeral. Pobre do tio Luís que lá se finou.
            Com todos os incómodos que tal situação lhe trouxe, o Octávio lá tratou dos assuntos do funeral do tio Luís, mas foi no próprio dia do velório que, o Doutor Fernando Tavares, se lhe dirigiu para dar-lhe os pêsames e ao mesmo tempo pedir-lhe que passasse nos próximos cinco dias pelo seu cartório notarial, a fim de tratar de um assunto de extrema importância. Que será que este quer também? Pensou o Octávio. Não faltava já a despesa do funeral, ainda vai querer que lhe pague alguma coisa de dívidas que o meu tio por cá terá deixado. Mas não era nada disso, pois, cinco dias volvidos, depois do Octávio ter dado as devidas instruções à Maria, de como deveria tratar do seu rebanho durante a sua ausência, chegado ao cartório notarial, o Octávio tomou então conhecimento de que o seu tio, o Doutor Luís Prazeres, lhe tinha deixado a ele, Octávio Prazeres, uma herança.
            Uma herança, senhor doutor? O meu tio deixou-me uma herança? Sim, senhor Octávio e parece que não é tão pouco como isso. Ah sim? O que me deixou então o meu tio? A casa dele? Sim, a casa dele e não só. Ripostou o doutor Tavares. Deixou-lhe também, além da casa, segundo o que aqui diz, toda a sua biblioteca e alguns livros, que pede que a estime com todo o carinho e devoção, e várias contas bancárias, que aqui alude, bem como alguns certificados do tesouro do Estado Português. Parece que este seu tio era bastante abonado. Bem, eu fazia ideia de que era, até porque pelo funeral que ele me exigiu e pela casa em que vivia, podia observar-se que era rico. Agora deixar-me a casa e o resto da fortuna em herança é que eu não estava à espera, já que, sempre pensei que ele iria deixar tudo à Santa Casa da Misericórdia, pois nos últimos anos de vida já não vivia em casa e estando a viver no lar da terceira idade que pertence à Misericórdia. Bem, isso, eu já não sei. Respondeu o doutor Tavares. O que sei é que o senhor terá de me responder se pretende tomar conta dos bens da herança do seu tio e pagar o respetivo imposto de selo às finanças, como é de lei. E quanto é isso? Perguntou o Octávio. São dez por cento do total do valor do património herdado. Mas para isso é preciso fazer uma avaliação. Conhece alguém? Perguntou o doutor Tavares. Eu não. Respondeu o Octávio. Pode o senhor doutor tratar disso? Bem, se o senhor Octávio não tem quem lhe trate disso, eu arranjo-lhe quem o faça.
            Tendo o doutor Tavares tratado de tudo o que dizia respeito às finanças e depois de tomar posse dos bens do património do seu tio Luís, o Octávio tinha de alterar os seus hábitos quotidianos. Depois de expor as ideias que tinha à sua Maria, decidiu vender o rebanho, bem como a casa de campo e iriam então viver para a cidade, para a casa que tinha herdado do tio Luís. Acontece é que a casa estava depauperada, portanto, a precisar de obras de restauro, pelo que, de imediato, o Octávio tratou logo de contratar uma equipa do ramo da construção civil, especializada em obras de recuperação, que teria por missão, tratar de restaurar a bela mansão, situada num bairro de gente rica da cidade, de forma a poderem nela viver condignamente. A mansão era enorme e possuía diversas divisões, quartos e salas, estando de entre eles uma biblioteca. Sim, havia também uma biblioteca, para espanto do Octávio, bem recheada de muitíssimos livros! Aquela divisão que fazia de biblioteca possuía imensos livros! Alguns estavam cheios de pó e sujos de moscas com teias-de-aranha, apesar de, à primeira vista, pareciam estar arrumados nas estantes! Mas muitos outros estavam desordenadamente empilhados, à espera de serem arrumados e ainda outros encaixotados! Até havia um espaço ocupado com caixas de cartão, ainda por abrir, com livros que tinham vindo por correio expresso, de uma livraria de vendas pela internet. Parece que o tio Luís era mesmo um obcecado por livros. Era um comprador compulsivo de livros. Comprava e comprava livros, mesmo que não pudesse vir a lê-los todos um dia. Comprava muitas vezes apenas para os ter. Os livros eram tantos e tantos, que o Octávio começou a ficar assustado! A forma como se encontravam, por ali espalhados, fazia-lhe lembrar um rebanho tresmalhado e que ele teria de qualquer das formas de organizar, já que, ao que parece, ele era, ao contrário do seu tio, um obcecado pela ordem e pela organização.
            O Octávio começou então por pegar nalguns livros que estavam empilhados a um canto. Ao manuseá-los experimentou algo parecido como quando acariciava as suas ovelhas, sentindo o cheiro característico do papel, verificando também que cada livro tinha um odor e uma textura diferente. Era tal como acontecia com as suas cabras e ovelhas, de que infelizmente já se tinha desfeito. Recordava-se perfeitamente daqueles momentos, com certa nostalgia, em que cada livro, tal como cada cabrinha e ovelha, também tinham uma característica, como que uma vibração própria. E como eram belos os livros que eram acariciados! Uns de capa rija, outros de capa mais mole, uns com lindas figuras e imagens, outros apenas com letras. Mas, pronto, agora, depois de lhes aspirar o pó acumulado, retirado as moscas e as teias-de-aranha, limpo cuidadosamente as prateleiras e estantes, de ter retirado os livros que ainda se encontravam encaixotados e empacotados nas embalagens de cartão do correio expresso, já que não suportava vê-los assim, todos desarrumados, fora de um lugar próprio, tinha de começar a arrumá-los nos devidos lugares, que é como quem diz, nas prateleiras vazias da biblioteca.
            Só que o Octávio começou logo a entrar em pânico, pois não sabia de que forma devia pôr os livros, já que eram todos tão distintos e de tamanhos tão diferentes. Desconhecia completamente quais eram as regras usadas para arrumação de livros numa biblioteca. Ainda para mais, por que raio, cada livro devia ter um tamanho diferente? Uns tinham dezoito centímetros de altura, outros eram mais altos e havia livros que tinham até mais de vinte e cinco centímetros. E a largura variava dos catorze centímetros até aos trinta. Porque não haveriam eles de ser todos do mesmo tamanho? Isso só dificultava ainda mais a sua arrumação! Não, isso não podia ser assim! Tinha de haver uma forma padronizada para arrumar os livros, só que ele não sabia. Então ele que era um obcecado pelas regras da ordem e da organização! Por isso decidiu tomar uma decisão radical!
            Assim pensou, assim fez. Dirigiu-se ao chefe dos carpinteiros que trabalhavam nas reparações da casa e perguntou-lhe se não tinha uma serra ou algo com que pudesse cortar com precisão. O chefe dos carpinteiros quis saber para que era, e o Octávio de imediato respondeu que era para uns livros que tinha ali na biblioteca. Ah! O senhor Octávio do que precisa é de uma guilhotina, mas olhe que isso vai-lhe custar caro! Dinheiro não é problema, venha de lá essa guilhotina, que é mesmo disso que eu preciso, para começar a cortar e saiba que tenho muito que fazer!
            No dia seguinte, logo de manhã, já a guilhotina estava montada na biblioteca pronta a funcionar e o Octávio, com todo o seu esmero, começou a cortar todos os livros pela medida certa. Dezoito centímetros de altura, catorze centímetros de largura. Depois de tratadinhos, começou então a arrumá-los nas prateleiras vazias e à medida que o ia fazendo, cada vez mais se sentia feliz e orgulhoso com a sua obra e tomada de decisão, considerando a sua iniciativa de parametrar a biblioteca, herdada do seu tio Luís, uma ideia inovadora. Como se iria ele sentir feliz e orgulhoso, caso fosse vivo, porquanto pudesse aderir também o tio Luís àquela ideia original de organização do seu sobrinho. Uma decisão de um autêntico empreendedor. Estandardizar bibliotecas!
            No fim do trabalho, depois de estarem todos os livros devidamente arrumados nas prateleiras, à medida da nova altura da lombada de dezoito centímetros, o Octávio chamou a sua Maria, para que ela, finalmente, admirasse a sua obra-prima, pois, antes de o ter feito, tinha-a proibido terminantemente de entrar na biblioteca.
            Então Maria, que me dizes aqui da minha obra-prima? A Maria, de imediato, ficou de boca aberta a admirar tal feito, pois nunca tinha visto na sua vida tanto livro junto e não fez qualquer comentário.

            Felizmente para o Octávio e para o seu tio já falecido, mais ninguém se iria servir certamente da biblioteca e a não ser ele e a sua Maria, seriam os únicos a admirar, sem problemas, todo aquele conjunto de obras bem arrumadinhas! É que tanto ele como a sua mulher, eram analfabetos e não sabiam ler.


sábado, 8 de novembro de 2014

DAR VOZ A DANIEL DEFOE

Mais uma atividade “Dar Voz A Um Escritor” que teve lugar no passado dia 07 de novembro de 2014 na biblioteca da Escola Professor Abel Salazar. Nesta ação foi dada voz ao escritor Inglês Daniel Defoe. O debate foi animado com os alunos do 6º C e do 6º G tendo como moderador o professor José António Paiva sendo assistido pelas professoras Alcina Sousa, a coordenadora da biblioteca escolar, Ana Couto, professora de português da turma 6ºC e Helena Silva, professora de Português da turma 6ºG.
Leitura do conto Robinson Crusoé por duas alunas moderado pelo professor José António Paiva,
Debate do conto Robinson Crusoé por dois alunos moderado pelo professor José António Paiva,
Debate do conto Robinson Crusoé pelos alunos moderado pelos professores José António Paiva e Alcina Sousa,
Debate do conto Robinson Crusoé pelos alunos moderado pelos professor José António Paiva e a assistência das professoras Helena Silva e Ana Couto.
Debate do conto Robinson Crusoé moderado pelo professor José António Paiva,
Debate do conto Robinson Crusoé moderado pelo professor José António Paiva,
Visualização do video Robinson Crusoé com a assistência dos alunos e dos professores José António Paiva e da disciplina de português.
Debate do conto Robinson Crusoé pelos alunos moderado pelo professor José António Paiva.
Resposta a algumas questões do conto Robinson Crusoé pelos alunos moderado pelos professores José António Paiva e Alcina Sousa.
Debate final com as professoras Alcina Sousa e Ana Couto.

sábado, 1 de novembro de 2014

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

DAR VOZ A DANIEL DEFOE

No âmbito da atividade “Dar Voz A Um Escritor” que teve lugar no passado dia 24 de outubro de 2014 na biblioteca da Escola Professor Abel Salazar foi dada voz ao escritor Inglês Daniel Defoe. O debate foi animado com os alunos das turmas do 6º A, 6º B e do 6º F tendo como moderador o professor José António Paiva sendo assistido pelas professoras Alcina Sousa, a coordenadora da biblioteca escolar, Celma Carvalho e Clara Alves.

Apresentação do professor José Paiva à assembleia de alunos.
Exposição sobre a vida e obra de Daniel Defoe pelo professor José António Paiva à assembleia de alunos. 
Debate do conto Robinson Crusoé com uma aluna moderado pelo professor José António Paiva.
Debate do conto Robinson Crusoé por dois alunos moderado pelo professor José António Paiva.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

UMA DECISÃO RADICAL


        O Octávio era um pastor muito cioso do seu rebanho e um obcecado pela ordem e padronização. Tudo na sua vida era regido por regras e padrões que ele cumpria religiosamente. Levantava-se sempre todos os dias à mesma hora, fosse dia da semana, fosse sábado ou domingo, fosse de verão ou de inverno e depois de tomar o pequeno-almoço dirigia-se ao curral para retirar as suas cabras e ovelhas e levá-las a pastar. Fazia-o sempre no verão, às cinco da manhã, pois a essa hora o sol ainda não tinha nascido e ele considerava ser a melhor hora para fazê-lo, evitando assim o muito calor que teria de suportar. Quando eram seis da tarde recolhia o seu rebanho ao curral indo depois para casa tratar do jantar que a sua Maria lhe tinha preparado com muito esmero. Conversavam um pouco em cavaqueiras de circunstância e ouviam um pouco de rádio, já que não tinham televisão para se entreter, nem filhos com que se preocupar e deitavam-se cedo por volta das oito horas da noite, já que, no dia seguinte, teria de se levantar novamente cedo, para tratar do seu rebanho. Ele fazia apenas de pastor e a sua Maria é que o ajudava nas contas pois, quanto a ter de governar a casa, ela era melhor que ele e era ela que tratava de comprar ou vender e gerir o seu pequeno património. Era esta a rotina diária do Octávio e no inverno as horas variavam um pouco, já que os dias eram mais pequenos e o tempo mais rigoroso, mas o hábito pouco ou nada se alterava.
        Naquele dia, porém, estava ele numa morrinha a atirar pedras ao longe para que o seu Fiel, o seu muito diligente cão pastor, as fosse buscar, quando lhe apareceu o carteiro, o senhor Carlos, que vinha na sua motorizada à sua procura. Ó senhor Octávio como está? A sua Maria bem disse que eu o encontrava por aqui! Ah, senhor Carlos, a que devo a sua visita? Alguma novidade me traz por aí? Será alguma carta das finanças para pagar alguma contribuição de que me tenha esquecido? Não, não é nada disso. É apenas um telegrama que lhe vem dirigido. Como o senhor não tem, nem telefone, nem telemóvel, esta é a única forma de o contactar. Ó senhor Carlos não se importa de me ler o que diz esse de telegrama se faz favor? Pois bem, parece-me que não são boas notícias já que, diz aqui que faleceu o seu tio Luís Prazeres e pedem-lhe para se dirigir à Santa Casa da Misericórdia, para tratar de um assunto do seu interesse. Estou mesmo a ver o que essa gente quer. É que lhe trate do funeral. Pobre do tio Luís que lá se finou.
Este conto continua na próxima semana.

domingo, 19 de outubro de 2014

DAR VOZ A ONDJAKI

Atividade “Dar Voz A Um Escritor” realizada no passado dia 17 de outubro de 2014 na biblioteca da Escola Professor Abel Salazar. Nesta ação foi dada voz ao escritor angolano Ondjaki. O debate foi animado com os alunos do 7º D e do 7º C tendo como moderadores os professores José António Paiva e Alcina Sousa, a coordenadora da biblioteca escolar.

O professor José António Paiva faz a apresentação aos alunos presentes.
O professor José António Paiva expõe um dos contos do autor.
O professor José António Paiva expõe um dos contos do autor.
Professor José António Paiva debate com um dos alunos o tema de um dos contos.
Os professores José António Paiva e Alcina fazem a moderação do debate dos alunos presentes.

Dois alunos expõem aos seus colegas a sua opinião sobre os contos do autor.

sábado, 18 de outubro de 2014

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

SINTO-ME ASSIM


terça-feira, 14 de outubro de 2014

À PROCURA DE UM SONHO

O livro da autora Ângela Caboz é uma bela obra de poesia para ler e ter na mesa-de-cabeceira agora que o outono já chegou e o inverno se aproxima. Muito bonito e com poemas que dão para meditar e ter belos sonhos, recomendo vivamente a todos os meus amigos a sua leiutura.
José Ferreira Bomtempo.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

domingo, 12 de outubro de 2014

DIZ SIMPLESMENTE QUE ME AMAS

Porque não consigo enxergar,
Aquilo de que mim desejas,
Porque estás sempre a declarar,
Que me amas, que me amas?

Daqui posso-te oferecer flores,
Com toda a ousadia e expressão,
Não só rosas mas outros amores,
Faço-o com fervor até à exaustão.

Não anúncio aos quatro ventos,
Porque sincera acredito seres,
Atitudes vãs ou maus intentos,
Porque só para ti me quereres.

Mas se dói muito esta separação,
Porque não me dizes modestamente
Pois não consigo tolerar tal privação
Que me tens amor simplesmente?

© - 2014 – José Ferreira Bomtempo

domingo, 5 de outubro de 2014

Atividade na Biblioteca da AEPAS

Atividade no dia 26 de setembro de 2014, o "Dia Europeu das Línguas", efetuada na Biblioteca da Escola Professor Abel Salazar na vila de Ronfe - Guimarães.









sábado, 4 de outubro de 2014

A MENINA QUE ODIAVA LIVROS

Clicar aqui - The Girl Who Hated Books

Este vídeo que rocomendo vivamente é elucidativo para todos os jovens que dizem não gostar de ler.
Apesar de estar dobrado em português do Brasil é de boa qualidade.
Basta carregar no título para o fazer correr.
E depois também pode clicar abaixo para ver o resumo Da Menina Que Roubava Livros.
https://www.youtube.com/watch?v=_0FGgFUNHiw